Informações para a viagem: Turismo LGBT | Islândia Brasil



INFORMAÇÕES PARA A VIAGEM

TURISMO LGBT

A Islândia era muito mais homofóbica em 1978, quando a primeira organização gay do país foi fundada em Reykjavík. A população pequena e os laços de sangue entre as famílias tornou difícil para gays e lésbicas fugirem da desaprovação das gerações mais antigas. Nos dias de hoje, o casamento gay é legal, várias pessoas culturalmente reconhecidas na sociedade são gays assumidas (até mesmo a primeira-ministra do país), e casais gays e lésbicos andam tranquilamente pelas ruas de Reykjavík. Fora da região da capital, não há muito sobre o que falar, mas o pior que um casal gay pode encontrar é somente uma cara feia, nada mais.

A principal organização gay e lésbica da Islândia é a Samtökin ’78 (Laugavegur 3, quarto andar, em Reykjavík; samtokin78.is), que abre de segunda a sexta, das 13:00 às 17:00 e promove reuniões sociais em seu Rainbow Café às segundas e quintas das 20:00 às 23:30 e aos sábados das 21:00 até a uma da manhã. A principal organização lésbica da Islândia é a Konur með Konum (kmk.is), que significa "Mulheres com Mulheres". O site posta eventos e outras informações úteis.

A Félag STK Stúdenta (FSS), em Posthússtræti 3-5, Reykjavík é a organização de estudantes gays e lésbicas da Universidade da Islândia, recebe e-mails de turistas jovens.

O site gayice.is possui o melhor calendário online de eventos gay do país. O Festival do Orgulho Gay de Reykjavík (gaypride.is) normalmente acontece na primeira semana de agosto.

No documentário premiado Hrein og Bein, nove jovens gays islandeses contam suas histórias sobre como saíram do armário. Também há disponível o guia de viagem GetawayGay Iceland.